2009/05/21
As pessoas que têm o colesterol elevado estão mais sujeitos a sofrerem um ataque cardíaco ou AVC (Acidente Vascular Cerebral). Por outro lado, o nível de colesterol muito baixo pode ser um sinal de problemas no fígado.O tipo de colesterol também tem importância no que diz respeito aos problemas de saúde. O LDL (lipoproteína de baixa densidade) é considerado o "mau" colesterol e o HDL (lipoproteína de alta densidade) o "bom". O risco de problemas cardíacos é reduzido se 25 por cento do total de colesterol no organismo forem do tipo HDL.
FACTORES DE RISCO:
- O colesterol tem tendência para aumentar gradualmente com a idade;
- É mais elevado em homens e em mulheres em menopausa;
- Herança genética;
- Alimentação rica em gordura;
- Vida sedentária;
- Elevado consumo de álcool;
- Tabaco;
- Diabetes;
- Hipotiroidismo (produção insuficiente de hormona da tiróide);
- Hipertensão- Mesmo quando tratada;
- História cardiovascular em parentes de primeiro grau;
- Doenças instaladas em parentes masculinos antes dos 55 anos de idade ou em parentes femininos com menos de 65 anos;
- Níveis de HDL abaixo de 35mg.
É importante fazer um check-up com alguma regularidade e consultar o seu médico para verificar como estão os seus níveis de colesterol. O excesso de gordura no organismo, consoante a respectiva causa, tem diversos tratamentos e reduzir os níveis ajuda a prevenir possíveis problemas cardíacos.
Cuidados que deve ter quem quer baixar o nível de colesterol:
- Substituir carnes vermelhas (vaca, porco) por carnes brancas (frango, peru) e peixe;
- Fazer uma dieta baixa em gorduras saturadas. Substituir leite gordo ou meio gordo por magro, e a manteiga por margarina;
- Fazer exercício todos os dias. ginástica aeróbica e caminhadas são as melhores opções;
- Evitar óleos tropicais como óleo de palma. Substitui-los por óleos vegetais ou de canoula;
- Comer alimentos ricos em fibras (com cereais). Estes alimentos baixam os níveis do colesterol porque ajudam a eliminar as gorduras;
- Pequenas quantidades de álcool, tal como um copo de vinho por dia, podem, em alguns casos, ajudar a reduzir o colesterol;
- Optar por alimentos grelhados ao invés de fritos;
- Quando for jantar fora de casa, peça para lhe servirem molhos e condimentos à parte. Assim, poderá controlar a quantidade que ingere. Substitua as batatas fritas por saladas ou legumes;
- Escolher restaurantes que sirvam pratos com pouca gordura;
- Se o seu médico lhe prescrever medicamentos, tome exactamente nas medidas que foram prescritas, de modo a serem completamente eficazes;É, igualmente, importante ler os rótulos dos alimentos comprados. São uma excelente fonte de informação para as dietas.
Para manter adequados os níveis de colesterol e reduzir o risco de ataques cardíacos ou de outras enfermidades circulatórias, há duas medidas universais: controle do peso e prática de actividade física. Quando estas falham, os médicos aconselham reduzir a quantidade de gordura na alimentação e, eventualmente, prescrevem medicamentos.
- Preservativos: Usa preservativos para a penetração vaginal e anal, bem como para o sexo oral com um pénis. Os preservativos devem ser feitos de látex ou poliuretano. Os preservativos de tecido animal não oferecem uma protecção adequada contra o HIV.
- Preservativos femininos: Caso esteja disponível na tua área, o preservativo feminino é outro meio eficaz de protecção contra o HIV, durante a penetração vaginal.
- Barreiras de látex: Utiliza este quadrado de látex ou poliuretano, para o sexo oral-genital ou oral-anal.
- Existem ainda outros meios de ter intimidade sem colocar em risco a própria saúde ou a do parceiro. Masturbar-se em conjunto (mantendo os fluidos para si próprio), fazer massagens, falar sobre sexo e tocarem-se mutuamente sobre a roupa são actividades seguras. Com alguma criatividade, podes encontrar outras maneiras de dar prazer ao teu parceiro sem que nenhum dos dois corra riscos. Fala com o teu parceiro sobre a SIDA.
Ainda não existe cura para a SIDA. Também não existe ainda uma vacina e provavelmente não existirá durante os próximos 10 ou 20 anos. Existem medicamentos que retardam os danos que o HIV inflige no sistema imunitário, e que provoca a doença em si – A SIDA- mas, não há como eliminar do organismo este vírus mortífero. Existem ainda outros medicamentos que previnem ou tratam algumas infecções provocadas por infecções oportunistas que atingem os doentes de HIV/SIDA.
Por vezes os seropositivos são descriminados, para além da tristeza que sentem por serem portadores dessa terrível doença, ainda se tornam mais tristes pelo facto das pessoas os porem de parte. A discriminação deriva às vezes, do facto das pessoas sentirem medo de serem infectadas e desconhecerem as formas de transmissão da doença.
O VIH não é transmitido pela saliva, por um simples beijo no rosto ou na boca, na casa de banho, pelos talheres, pratos ou copos, pelo aperto de mão, pelos mosquitos ou outros insectos, nem ao falar.
Para inactivar o VIH em superfícies metálicas ou objectos, utiliza-se como desinfecção lixívia doméstica diluída 10% (uma parte de lixívia a 9 de água) durante 10 a 30 minutos e álcool etílico a 70º durante 10 a 30 minutos.
- S é a inicial da palavra Síndrome, que significa conjunto de sinais de uma doença.
- I vem da palavra Imuno, que se refere ao sistema responsável pela defesa do nosso organismo, quando é atacado por microrganismos patogénicos que provocam doenças.
- D vem da palavra Deficiência que significa falha ou mau funcionamento.
- A refere-se à palavra Adquirida que significa algo que não nasceu connosco, e que alcançamos ao longo da vida.
A animação que se pode ver a seguir mostra o HIV a infectar um Linfócito T4
A verdadeira origem da SIDA não é conhecida. Existem apenas hipóteses:
- o vírus pertencente à mesma família do VIH que existia nos macacos verdes africanos, teria passado deles para o Homem;
- porque certos macacos encontravam-se em extinção, o desequilíbrio ecológico teria obrigado o vírus a encontrar um novo hospedeiro para se manter vivo;
- o vírus terá sofrido alterações que designamos por mutações.
Sabe-se que na década de setenta o vírus chegou às Caraíbas através de emigrantes infectados, vindos da África Central, que contagiaram habitantes da ilha.
Alguns caribenhos emigraram para os EUA, onde para sobreviver vendiam sangue, por vezes contaminado com o vírus VIH. Em 1981, surgiram os primeiros casos nos EUA, em doentes hemofílicos, que necessitam frequentemente de transfusões de sangue.
Devido à comercialização de sangue e seus derivados em todo o mundo, e também através de pessoas contaminadas com o vírus que tinham relações sexuais desprotegidas e compartilhavam seringas ou objectos perfurantes, a SIDA foi-se propagando por todo o mundo.
O primeiro caso de SIDA em Portugal foi diagnosticado no ano de 1983. Portugal é dos países europeus onde se regista um aumento do número de infectados com SIDA, a 31 de Dezembro de 1995 existiam em Portugal 2919 casos dos quais 50% já faleceram, os indivíduos infectados tinham idades compreendidas entre os 20 e os 45 anos.Pensa-se que muitos destes doentes tenham sido infectados durante a adolescência, visto que a doença só se manifesta após alguns anos de a ter possuído.
Não há qualquer medicamento que seja capaz de destruir o VIH, no entanto, foi criado recentemente um medicamento, o T20, que é considerado por muitos um “milagre”.
Actualmente os tratamentos utilizados contra o VIH/SIDA permitem prolongar a vida das pessoas infectadas com mais dignidade e menos sofrimento. A investigação mundial tem apostado na descoberta de uma vacina que vai permitir travar o avanço do vírus, existindo mesmo uma que, já consegue fazer com que o vírus não destrua as células sãs.
As pessoas que têm SIDA não morrem propriamente desta doença mas sim, das doenças que vão sendo infectadas, visto a SIDA/VIH destruir o sistema imunitário, fragilizando-o ao ponto de não conseguir combater qualquer que seja a doença. O porquê de isso acontecer? Acontece porque o VIH ataca e destrói as células coordenadoras do sistema imunitário (linfócitos T4).
A SIDA pode ser transmitida:
- Por via sexual - Ao ter relações sexuais com pessoas portadoras de VIH sem protecção (preservativo)
- Por via sanguínea - Quando o sangue de uma pessoa não portadora do vírus VIH, entra em contacto com sangue, ou com alguma coisa infectada. Este tipo de transmissão é muito frequente nos toxicodependentes que partilham seringas.
- Por via perinatal - Uma mulher que está infectada tem uma enorme probabilidade de transmitir o vírus ao seu filho, por isso deve consultar o médico para ver os riscos que o bebé poderá correr.
- Cancro de Pulmão: 87% das mortes por cancro de pulmão ocorrem entre os fumadores.
- Doenças Cardíacas:os fumantes correm um risco de 70% maior de apresentar doenças cardíacas.
- Cancro da Mama: as mulheres que fumam 40 ou mais cigarros por dia têm uma probabilidade 74% maior de morrer de câncer de mama.
- Deficiências Auditivas:os bebés de mulheres fumadoras têm maiores dificuldades em processar sons.
- Complicações da Diabetes:os diabéticos que fumam ou que mascam tabaco correm maior risco de ter graves complicações renais e apresentam retinopatia (distúrbios da retina) de evoluções mais rápidas.
- Cancro do Cólon:dois estudos com mais de 150.000 pessoas mostram uma relação clara entre o fumo e o câncer de cólon.
- Asma:o fumo pode piorar a asma em crianças.
- Predisposição ao Fumo:as filhas de mulheres que fumavam durante a gravidez têm quatro vezes mais probabilidade de fumar também.
- Leucemia:suspeita-se que o fumo cause leucemia mielóide.
- Contusões em Actividades Físicas:segundo um estudo do Exército dos Estados Unidos, os fumadores têm mais probabilidades de sofrer contusões em actividades físicas.
- Memória:doses altas de nicotina podem reduzir a destreza mental em tarefas complexas.
- Depressão:psiquiatras têm investigado evidências de que há uma relação entre o fumo e a depressão profunda, além da esquizofrenia.
- Suicídio: um estudo feito entre enfermeiras mostrou que a probabilidade de cometer suicídio era duas vezes maior entre as enfermeiras que fumavam.
- Outros perigos a acrescentar à lista:cancro da boca, laringe, garganta, esófago, pâncreas, estômago, intestino delgado, bexiga, rins e colo do útero; derrame cerebral, ataque cardíaco, doenças pulmonares crónicas, distúrbios circulares, úlceras pépticas, diabetes, infertilidade, bebés abaixo do peso, osteoporose e infecções dos ouvidos.
- Pode-se acrescentar ainda o perigo de incêndios, já que o fumo é a principal causa de incêndios em residências, hotéis e hospitais.
AS CONSEQUÊNCIAS APRESENTADAS SERÃO SUFICIENTES PARA NÃO COMEÇAR?
E PARA PARAR?
- História familiar - há factores genéticos implicados no desenvolvimento quer da diabetes tipo I quer da tipo II. Se um ou mais dos teus pais e familiares sofrem da doença, faz regularmente um teste ao teu nível de glucose.
- Idade - quanto mais avançada for a idade, maior é o risco de contrair a diabetes.
- Obesidade - se o teu corpo estiver 20% acima do ideal, o teu risco de contrair diabetes na idade adulta aumenta.
- Estilo de vida - quanto menos te exercitares maior é o risco.

- Evite o contacto próximo com pessoas com gripe! Procure não estar na presença de pessoas com gripe. Se ficar doente, mantenha-se afastado dos outros, pelo menos a 1 metro de distância, para protegê-los de adoecer também.
- Se ficar doente, permaneça em casa! Se estiver com sintomas de gripe, fique em casa e contacte a Linha Saúde 24, pelo número 808 24 24 24, de forma a proteger-se e evitar o contágio a outras pessoas.
- Se tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz com um lenço de papel! Para impedir que outras pessoas venham a adoecer, é muito importante, quando tossir ou espirrar, que cubra a boca e o nariz com um lenço de papel ou com o antebraço, mas nunca com a mão! De imediato, deposite no lixo o lenço utilizado.
- Lave as mãos frequentemente com água e sabão! É fundamental lavar as mãos com frequência, com água e sabão em abundância, durante 20 segundos, pelo menos, em particular depois de tossir ou espirrar. Em alternativa, pode usar toalhetes à base de álcool.
- Evite o contacto das mãos com os olhos, nariz e boca! Procure não tocar nos olhos, nariz e boca sem ter lavado as mãos, porque o contacto destas com superfícies ou objectos contaminados é uma forma frequente de transmissão da doença.
- Limpe frequentemente as superfícies ou objectos mais sujeitos a contacto com as mãos! É necessário manter limpas, com um produto de limpeza comum, as superfícies sujeitas a contacto manual muito frequente, tais como mesas de trabalho e maçanetas das portas.
- Estas medidas são também muito importantes nas crianças! Na prevenção do contágio nas crianças, é muito importante assegurarmo-nos de que estas medidas também são respeitadas por elas.
- Se adoecer, assegure-se de que terá o apoio de outras pessoas! É importante saber a quem poderá pedir ajuda, em caso de necessidade.
- Evitar contacto com pessoas doentes;
- Lavar frequentemente as mãos com água e sabão ou toalhetes com solução de álcool;
- Evitar tocar com as mãos nos olhos, nariz e boca;
- Cobrir a boca e nariz quando espirrar ou tossir, usando lenço de papel, sempre que possível, e deitando-o no lixo de seguida;
- Limpar as superfícies sujeitas a contacto manual (como maçanetas das portas e corrimãos), com um produto de limpeza comum.

- Tipo A – é o vírus predominante e o que está associado a epidemias mais perigosas;
- Tipo B – também pode atingir níveis epidémicos, mas a doença que produz é geralmente mais moderada do que a causada pelo tipo A.
- tipo C – não está relacionado com nenhuma grande epidemia.
Manifesta-se inesperadamente, mas sobretudo no Outono e no Inverno através de dores de cabeça, arrepios e tosse seca, seguidos de dores corporais e febre. Transmite-se através das mucosas dos olhos, do nariz e da boca. Depois do contágio, os sintomas aparecem geralmente dentro de 2 a 4 dias. A infecção é contagiosa até 3 a 4 dias depois dos sintomas aparecerem. O tratamento consiste normalmente em descansar na cama, beber muitos líquidos e tomar medicamentos para aliviar a febre e outros sintomas. A recuperação ocorre em média, ao fim de uma semana. Como medida de prevenção, os grupos de risco - os idosos, crianças e alguns doentes crónicos - deverão vacinar-se algumas semanas antes da época da gripe, o tempo necessário para estimular anticorpos suficientes para prevenir a infecção, ou atenuar os efeitos da doença.
Porque nos constipamos?
A constipação é provocada por vários tipos de vírus, pertencentes a várias famílias, embora exista uma reduzida percentagem de casos em que a infecção viral é acompanhada por uma sobreinfecção bacteriana.
O contágio produz-se através do contacto directo com as secreções respiratórias das pessoas infectadas ou mediante a inalação das pequenas gotas de saliva contaminadas, suspensas no ar depois de expelidas ao espirrar, tossir ou simplesmente ao falar.
Embora a constipação possa afectar qualquer pessoa, é particularmente frequente nos fumadores e nas pessoas com doenças crónicas das vias respiratórias, como vegetações adenóides, sinusite, faringite, asma brônquica, bronquite e enfisema pulmonar.
- nódulos na mama;
- qualquer deformação da mama;
- irregularidade da pele;
- dores na mama;
- chagas em volta o mamilo;
- secreção do mamilo;
- emagrecimento;
- fadiga;
- palidez.
A causa directa ainda não é conhecida. O risco de ser afectado por cancro da mama aumenta com a idade e se outras pessoas da família já foram afectadas. Para além disso, os riscos são maiores se uma mulher foi fértil durante muito tempo, isto é, se o tempo entre a primeira ovulação e a menopausa foi muito longo. A amamentação parece ter efeito preventivo. O nível de estrogénio, a hormona feminina, provavelmente tem a sua importância na formação do cancro da mama. Vários factores ligados ao ambiente também podem exercer influência.